A Hermenêutica e a Propedêutica do Futebol – TE007

E quase chegamos a metade do campeonato. E como é bom começar textos falando de coisas boas. Mais alegria e empolgação para seguir a leitura até o final porque se o começo já tem notícia boa, imagine o final então!

O Botafogo tem feito um grande trabalho nas últimas rodadas. 1 empate e 3 vitórias seguidas e convincentes. Ney é Franco. Disse que o time tinha um bom elenco e que seu objetivo era atingir o grupo da ponta antes da virada do turno. A equipe pulou de 15ª posição para a oitava e está muito perto no G4, a apenas 1 gol do Flamengo. O time tem jogado desfalcado nestas partidas e como se viu, o ritmo não caiu. Imagine então quando o time estiver completo! Como diria aquele locutor da TV: “Segura que eu quero ver!”

Foi bonito ver o Fluminense na quarta-feira. Do enterro simbólico com jogadores calados e emburrados no início do jogo à sorrisos efusivos e gritos da “virada tricolor” em 90 minutos. Mas também, nada como uma vitória sobre o cantado com prosa e verso como o melhor time do Brasil e por um 3×1 incontestável. Bom ter de volta o artilheiro fazendo o que sabe e melhor ainda, perceber que não se pode desistir jamais. Se a maré é ruim a tal ponto de “comprar um circo e o anão cresceu”, como disse Renato Gaúcho, então que ensine o coitado a ser trapezista!

Eu disse lá em cima que o início era de notícias boas, então o final seria melhor. Mas foi deixar para o final para falar de Flamengo e Vasco. Então, alguém me explica: Como falar bem de urubu e bacalhau neste momento? Fiz burrada, né?

Claro que não! Posso falar bem deles também, contudo preciso da contribuição dos jogadores das duas equipes para que as coisas dêem certo. O Flamengo foi derrotado pelo Goiás. Foi a terceira derrota seguida. Em 21 pontos disputados, apenas 2 conquistados. Como falar bem disso? Realmente contra esses números não há argumento. O Flamengo está mal e é fato. Mas para dar um alento à torcida Rubro-Negra, o time vêm jogando “relativamente” bem. (Relativamente porque para jogar bem, teria que ter vencido os jogos). Então, a missão é encontrar o sapo que foi enterrado na Gávea, entrar em acordo com o Freddy Krugger sobre os direitos de imagem e voltar a vencer. A hora é essa.

No Vasco, a situação ainda não é de morte, mas foi necessário uma operação de emergência. Tita assumiu o cargo de Antônio Lopes. Um novo treinador, uma nova cabeça trazer novas esperanças para os vascaínos. O time agora resolveu nem vencer em casa mais e o pior para a derrota diante do Coritiba foi que o Vasco perdeu jogando mal. Agora, cabe aos jogadores mostrarem poder de reação. Voltar a vencer em casa e conquistar uma “vitorinha” fora aqui, outra acolá, não faz mal a ninguém, né.

Transamérica Esportes – 08/08/2008

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